terça-feira, 24 de abril de 2018

Nossa Senhora da Glória sedia a primeira Festa Literária



Publicado originalmente no site do Portal Indonet, em 24/04/2018

Nossa Senhora da Glória sedia a primeira Festa Literária

Evento ocorrerá de 25 a 27 de abril no alto sertão

De 25 a 27 de abril, acontecerá no município de Nossa Senhora da Glória, alto sertão sergipano, a primeira Feira Literária de Glória (FLIG). Ao longo de três dias, o público participará de exposições, contação de histórias, rodas de leitura, palestras, oficinas, venda de livros, apresentações artísticas de dança, música, teatro e muito mais.

O presidente da Academia Gloriense de Letras (AGL), Lucas Lamonier, diz que a FLIG será uma atividade cultural de caráter bienal e integrará o calendário das ações da Academia. “A FLIG é um projeto muito ousado para o alto sertão sergipano. A Academia Gloriense de Letras ao longo dos seus cinco anos de fundação procurou realizar várias atividades culturais, mas, ainda faltava algo para completar essa programação cultural e assim surgiu a ideia da Feira Literária de Glória, que tem como objetivo principal celebrar a literatura”, pontuou o presidente.

A FLIG será dividida em cinco espaços: Palco Literário; Picadeiro da História; Passarela do Escritor; Oficinas de Criação e Tendas com Exposições. E já na sua primeira edição a FLIG começa com caráter interestadual e internacional com a presença da acadêmica Dina Salústio, de Cabo Verde, na África.

Escritores e Palestrantes

O evento contará com as presenças de Lau Siqueira, ex-secretário de Cultura da Paraíba; Rogério Fernandes, escritor de Dourados-MS e editor da Biblio editora; Ana Leal e Geralda Oliveira, professoras do curso de Letras da UFS; Wagner Lemos, doutorando em Literatura Brasileira na USP; Izabel Nascimento da Academia Sergipana de Cordel; Antenor Aguiar da Academia de Contadores de História de Sergipe;  Drª Alaíde Hermínia, Pró-reitora de Extensão da UFS;  Drº Jodnes diretor do campus Sertão-UFS, Drº Fabiano Rodrigo da UNESP entre outras autoridades e escritores e principalmente o público leitor.

Fonte: Divulgação

*************************************

Diversos livros estarão presentes na feira
Foto: Segrase

Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 23/04/2018  

Edise participará de Festa Literária de Glória

O evento será realizado em Nossa Senhora da Glória

De 25 a 27 de abril de 2018, a Editora Diário Oficial do Estado de Sergipe - Edise irá participar da Festa Literária de Glória - Flig, no Boteco do Sertão, no município de Nossa Senhora da Glória (SE).

O evento contará com exposições, contação de histórias, rodas de leitura, palestras, oficinas, venda de livros, apresentações artísticas de dança, música, teatro, entre outros. A Flig faz parte do calendário da Academia Gloriense de Letras e durante os três dias tem entrada gratuita. A abertura oficial acontece na quarta-feira, dia 25, a partir das 18h.

Durante a Festa Literária, a Edise irá expor em seu estande sessenta títulos, desses, 60% serão vendidos no valor de R$ 10,00. Para o presidente da Segrase, Ricardo Roriz, é fundamental a participação da Edise na Festa para valorização do escritor local por meio das obras que serão expostas. “A Editora possui uma série de livros que tratam da nossa cultura e essa cultura precisa ser disseminada para um maior número de pessoas”, pontuou.

Sobre as vendas com preços mais acessíveis, ele diz que é a forma de incentivar e promover o interesse pela leitura. “O Governo do Estado se preocupa em estimular a leitura, para isso o meio encontrado foi vender em eventos literários as obras com preços mais populares”.

Para o presidente da Academia Gloriense de Letras e idealizador da Flig, Lucas Lamonier, a participação da Edise contribui para o engrandecimento da Festa, devido a sua grande produção literária. “A Segrase e a Edise não poderiam ficar de fora do projeto, uma vez que conta com uma grande produção literária valorizando os escritores e preservando a memória lítero-cultural do estado”, afirmou.

Já o diretor Industrial da Segrase, Mílton Alves, destaca que um dos papeis da Edise é contribuir para a formação pessoal, cultural e literária da população. “Quando participamos de eventos, instalamos uma atmosfera permanente de envolvimento com a literatura, motivando crianças e jovens a se dedicarem a ler, desde a produção literária local e regional até os grandes clássicos da literatura universal”.

Márcia Barbosa Silva autora do livro ‘Representações de Homossexuais nos Livros Didáticos de História’, publicado pela Edise vislumbra que a Festa Literária possibilitará aos visitantes, inclusive estudantes conhecer um universo de cultura, arte e educação, fora dos muros escolares. “Este evento possibilita uma troca cultural e de conhecimento entre palestrantes, escritores, atores e visitantes, levando assim o público a uma atmosfera de aprendizagem significativa de forma leve e prazerosa”.

Sobre a participação da Edise no evento ela diz que possibilita ao público o acesso aos livros de autores sergipanos e a conscientização de que é possível sonhar e tornar-se um escritor no Estado de Sergipe, “visto, que a editora estimula a publicação e produção de livros no Estado e apoia eventos como a Flig”.

fonte: Ascom Segrase

Textos e imagens reproduzidos do site: infonet.com.br

Artista plástico sergipano faz sucesso internacional

Gildecio Costaeira participou da Exposição de Artes Visuais 
no Uruguai no último fim de semana

Publicado originalmente no site do Cinform, em 23 de abril de 2018

Artista plástico sergipano faz sucesso internacional

Por Fredson Navarro 

Com mais de 25 anos de dedicação às artes plásticas, o sergipano Gildecio Costaeira conquistou seu espaço e representa o estado nos maiores eventos culturais ligados às artes visuais do mundo. Na última semana participou da Exposição de Artes Visuais em Montevidéu, no Uruguai, e se destaca com o trabalho que realiza inspirado na recriação de animais e plantas que foram extintas. As telas expressam a junção de vidas.

“Nasci no Povoado Campo do Crioulo, que fica na cidade de Lagarto, e desde os 12 anos, em 1990, comecei meu trabalho com a arte, fazendo desenhos em lápis de cera. Depois iniciei na pintura como autodidata fazendo as primeiras telas”, recorda Costaeira.

De lá para cá foram mais de 1500 telas feitas com a mensagem da preservação das espécies. “A vida dos animais e plantas sempre é lembrada nas minhas obras com a combinação de cores entre os seres ali presentes, dando curvas e traços para que novos seres surjam durante o processo de criação. A arte desenvolve um ciclo natural que traz a combinação e a impressão de serem um só”, explica.

Inspiração

Gildecio Costaeira detalha como se inspira para levar para a tela o meio ambiente em cores marcantes. “A obra é o retrato de um mundo criado por mim, destacando a importância de observar cada detalhe do nicho ecológico com o propósito de chamar a atenção dos espectadores sobre a preservação dos seres”, explica o artista plástico que tem formação em Autóctone, que se inspira em uma comunidade em que habita e proveniente das raças que ali sempre habitaram.

“A minha pintura tem a pureza de trazer as plantas e os animais extintos para serem transformados em telas irradiantes, com cores fortes e atraentes, a visão do espectador. A pintura traz seres luminosos que viveram em nosso planeta no passado, que são recriados em outras dimensões, com proposta de passar ideias sobre arte e educação, trazendo um pensamento artístico e natural. Sempre me inspiro nos rios, peixes, mamíferos, vegetais, aves, moluscos, répteis e árvores”, conta.

O artista disse começou utilizar esta técnica desde a sua infância. “Toda a minha vida foi dedicada aos estudos geográficos e biológicos da terra. Desde cedo aprendi a origem das espécies. A arte flui naturalmente e a obra é focada na pintura de seres presentes e não existentes há milhões de anos. A vida de animais e plantas está presente como uma vida de vanguarda. A obra constrói e mostra para novos e velhos artistas uma maneira de fazer arte com temas naturais em visão simples, representando com bichos e plantas. Não tenho a referência dos grandes pintores e minhas pinturas não têm influência de nenhuma escola antiga ou algo parecido com a cultura europeia”.

Sucesso

De Sergipe, as obras de Gildecio Costaeira foram expostas em grandes eventos no Brasil e no mundo. “Sobreviver de arte no nosso Brasil é muito difícil, mas é satisfatório ter um trabalho reconhecido. Já fui selecionado e participei de diversas mostras, eventos em Brasília (DF), São Paulo (SP), Recife (PE), Salvador (BA), Rio Grande do Sul (RS) e Poços de Caldas (MG)”.

Em seguida, o trabalho do sergipano também foi selecionado para participar de mostras internacionais. “Participei da Bienal de Florença, na Itália, da Mostra em Viena, na Áustria, e na última semana da Exposição de Artes Visuais em Montevidéu, no Uruguai”, orgulha-se.

“Estou há um mês entre Rio Grande do Sul e Montevidéu e para mim é um fato inédito. Nunca imaginava fazer duas exposições no extremo Sul das Américas. Antes de chegar a Montevideo, fizemos uma conexão entre os pontos de cultura ‘Outro Sul de Pelotas’, ‘Espacio Cultural el Taller de Montevideo’ e ‘Casa Cultura Zabumbambus’, através disso com os diretores das instituições, Aldemir Tacer, Herberto Mereb e Guillermo Ceballos, conseguimos fazer uma conexão unindo as tradições destas regiões, sendo que um sergipano vem fazer exposições no Sul do Brasil e no Uruguai. Foi tudo muito incrível”, vibra.

Texto e imagem reproduzidos do site: cinform.com.br

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Que político morrerá de velho nas urnas?

Foto simplesmente ilustrativa postada pelo blog 
"Isto é SERGIPE", reproduzida do blog:
habeasmentem.wordpress.com

Texto publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 23/04/2018

Que político morrerá de velho nas urnas?

Leandro Maciel em 1974, Lourival Baptista em 1994...

Por Marcos Cardoso (blog Infonet)

Leandro Maciel em 1974, Lourival Baptista em 1994, Albano Franco em 2010, João Alves Filho em 2016... Será que outro político sergipano despencará no cadafalso da senilidade neste 2018? Agora temos Antônio Carlos Valadares e Jackson Barreto namorando com o perigo de colocar-se diante do julgamento popular quando já não contam com o vigor da juventude para se apresentarem a uma cada vez mais impaciente audiência de eleitores.

Uns dizem que política é cachaça, tamanho é o sabor. Outros dizem que política é o diabo, pelo poder que se impõe até às acertas e traições. Mas triste fim do político que não sabe a hora de parar. Um dia, todo orgulho e presunção se desfazem na derrota inevitável e na rejeição quase absoluta. Até os todo-poderosos um dia sucumbem.

O engenheiro civil Leandro Maynard Maciel foi um dos políticos mais influentes de Sergipe no século 20, capaz de dividir as paixões estaduais entre as décadas de 30 e 70. Foi o nome que melhor se identificou com a poderosa União Democrática Nacional, a UDN. Deputado federal em três mandatos, governador de 1955 a 1959, era senador em segundo mandato, em 1974, quando não soube parar e queria se perpetuar no poder.

Contava já quase 77 anos quando se submeteu ao último pleito, agora pela Arena, sendo derrotado pelo jovem médico propriaense João Gilvan Rocha, do MDB, então com 42 anos. Uma surpresa até para o regime militar naqueles tempos de campanha eleitoral restrita e vigiada e censura à Lei Falcão.

Vinte anos depois, o vexame se repetiu. Desta vez com Lourival Baptista, que em 1994 queriair para o quarto mandato senatorial seguido. Ele tinha sido deputado estadual, prefeito de São Cristóvão e deputado federal duas vezes, mas chegou ao topo da carreira quando foi governador, cargo que ocupou de 1967 a 70.

Primeiro governador sergipano indicado pelo regime militar, graças à relação de proximidade com Brasília e ao bom momento econômico vivido pelo Brasil no período, conseguiu fazer um governo operoso, realizador de obras importantes.

Lourival governou até o dia 14 de maio de 1970, quando se afastou para disputar o Senado.Ocupou a câmara alta por três mandatos, de 1971 a 1994, sendo que o segundo mandato de senador não foi conquistado nas urnas, mas por indicação. Foi um dos senadores biônicos pós Pacote de Abril de 1977, uma resposta dos militares ao resultado daquela eleição de 1974.

Em suma, Lourival foi um político relevante, o governador sergipano mais poderoso durante o regime. Mas no derradeiro pleito eleitoral que disputou, em 1994, perdeu o bonde da história para o petista José Eduardo Dutra. O velho político já contava com 79 anos, contra os 37 anos do jovem geólogo do PT.

Albano Franco sofreu a derrota definitiva em 2010, quando tentava retornar aos tapetes vermelhos do Senado, onde já havia pisado em dois mandatos anteriores. Homem bem-sucedido na política e na economia, além de deputado estadual, deputado federal, governador em dois mandatos, de 1995 a 2002, foi presidente da toda poderosa Confederação Nacional da Indústria por 14 anos sucessivos.

Albano estava às vésperas de completar 70 anos quando foi derrotado pelo jovem médico e deputado federal Eduardo Amorim, que tinha 47 anos. Sabiamente, engoliu a derrota e decidiu aposentar-se das disputas eleitorais, embora continue participando das discussões políticas.

O então prefeito de Aracaju, João Alves Filho, já contava com 75 anos quando tentou a reeleição em 2016. Era e ainda é de longe o político sergipano com mais rodagem em cargos no executivo. Ninguém governou Sergipe e nem administrou Aracaju por mais tempo do que ele.

Foi governador em três mandatos distintos (1983-87, 1991-95, 2003-07) e prefeito da capital por oito anos, a primeira vez em 1975-79, por indicação do governador José Rollemberg Leite e anuência dos generais que comandavam o país.

A segunda gestão foi a iniciada em 2013 e concluída após fragorosa derrota para o ex-prefeito Edvaldo Nogueira, então com 55 anos e que caminha para ultrapassar João como o político que governou Aracaju por mais tempo. Na primeira vez, Edvaldo governou por seis anos e nove meses. Quando concluir o atual mandato terá 10 anos e nove meses à frente da capital.

João Alves também foi ministro do Interior no governo José Sarney, permanecendo no cargo de agosto de 1987 a março de 1990. Nunca disputou um cargo legislativo, tarefa da qual incumbiu sua mulher, Maria do Carmo Alves, agora no terceiro mandato de senadora. Mas fez uma gestão desastrosa e foi compulsoriamente aposentado da política pelos eleitores aracajuanos.

Jackson Barreto, 74 anos a fazer agora em 6 de maio, acaba de deixar o governo de Sergipe sem conseguir realizar a obra que gostaria, mas demonstrando muita disposição para voltar a encarar as urnas, apesar de ter anunciado em 2014 que aquela seria sua última eleição. O ex-governador Antônio Carlos Valadares, 75 anos completados agora no dia 6 de abril, está no Senado já há mais de 23 anos, onde sempre se destacou, mas não guarda o mesmo ânimo para tentar permanecer.

Jackson e Valadares terão mesmo coragem de encarar a síndrome do velho político que desafia as urnas? É o que veremos.

Texto reproduzidos do site: infonet.com.br/blogs/marcoscardoso

Governo lança novo mapa político de Sergipe





Publicado originalmente no site ASN, em 21 de Janeiro de 2015

REGISTRO: Governo lança novo mapa político de Sergipe 

Mapa apresenta localização de cidades e povoados, bem como o revelo e a hidrografia do Estado

O ano começa com boas notícias para área cartográfica de Sergipe. A equipe de Geografia e Cartografia da Superintendência de Estudos e Pesquisas (Supes) da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), acaba de lançar o novo mapa político do Estado. O mapa que não passava por uma atualização há alguns anos, apresenta a divisão político-administrativa de Sergipe com seus 75 municípios e alguns povoados.

O mapa que destaca ainda a hidrografia com os principais rios, o relevo, rodovias federais e estaduais, ferrovias e a localização de aeroportos e do porto, foi apresentado ao Secretário de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, João Augusto Gama, pelo Superintendente de Estudos e Pesquisas da pasta, Marcel Resende, e sua equipe técnica. “O desenvolvimento de mapas como esse é um trabalho de suma importância realizado por esses técnicos da Seplag”, destaca o secretário.

Essa atualização tem como base cartográfica de referência as Malhas Municipais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do ano 2010. O material foi baseado ainda em informações do Atlas Digital sobre Recursos Hídricos de Sergipe, do ano 2014, desenvolvido pela Superintendência de Recursos Hídricos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SRH/Semarh), e dados do Departamento Estadual de Infraestrutura Rodoviária de Sergipe (DER/Seinfra).

Segundo Marcel Resende o novo Mapa Político de Sergipe é uma contribuição e um incentivo da Supes/Seplag ao conhecimento acerca do estado, e certamente será utilizado por vários setores da sociedade sergipana, desde as esferas política, gestora e empresarial, como pelas esferas acadêmicas e escolares. “É um excelente material didático que, por exemplo, poderá ser utilizado por professores e alunos nas escolas de Sergipe”, acredita.

No mapa estão disponibilizadas ainda informações socioeconômicas atualizadas por município e agregadas por territórios de planejamento. “Variáveis como área, número de habitantes e densidade e distancia até a capital estão disponíveis ao usuário de modo a complementar a informação visual, contribuindo para o conhecimento mais pleno de todas as unidades administrativas que compõem o nosso estado”, afirma Alan Juliano, assessor de Geoprocessamento da Sups/Seplag, responsável por coordenar o projeto.

O Mapa Político de Sergipe está disponível para download gratuito no site do Observatório de Sergipe, em dois tamanhos para impressão com qualidade (A0 e A3). Este é o primeiro de uma série de mapas que a Sups/Seplag disponibilizará para a sociedade sergipana no ano de 2015.

“A elaboração de um mapa com esse grau de qualidade só é possível hoje em dia graças à melhoria das técnicas de mapeamento e geoprocessamento ocorridas nas últimas décadas. Em 2015 continuaremos trabalhando com o objetivo de elaborar e disponibilizar produtos sobre o espaço geográfico sergipano, possibilitando à população o acesso gratuito ao conhecimento sobre nosso Estado”, frisa o Diretor Geral de Geografia e Cartografia da Sups, Márcio Reis.

Texto e imagens reproduzidos do site: agencia.se.gov.br

sábado, 21 de abril de 2018

Alunos do Imbuaça se apresentam no Festival Sergipano de Artes Cênicas

 O texto é de 1882, do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen

 Apresentação participa da programação do IV FESAC 
como Mostra Paralela







Lindolfo Amaral (Fotos: Pritty Reis)

Publicado originalmente no site da SECULT, em 20 de abril de 2018

Alunos do Imbuaça se apresentam no Festival Sergipano de Artes Cênicas

A peça “Um Inimigo do Povo” foi encenada por alunos concludentes do curso de teatro do Imbuaça

A sede do Espaço Imbuaça ficou repleta de expectadores para assistir ao espetáculo “Um Inimigo do Povo”, que foi encenado por alunos concludentes do curso de teatro do Imbuaça na noite desta quinta-feira, 19. A peça conta a história de um médico de uma estância balneária que descobre uma falha no sistema de encanamentos de sua cidade. Para resolver o problema, os poderosos da região teriam que desembolsar um bom dinheiro. Com isso, o médico precisa enfrentar o poder da imprensa e do prefeito, o próprio irmão, para conseguir beneficiar a população.

“O texto discute questões que são extremamente atuais, como a ética do jornalismo, mostrando a função da imprensa diante de um debate político. A crise ética é atualmente uma das maiores que enfrentamos; falta ética nas pessoas que ocupam cargos, que estão à frente do poder de decisão em todas as esferas. Então, o texto de Henrik Ibsen, de 1882, ainda é bastante atual exatamente por essas questões”, pontuou Lindolfo Amaral, assessor especial de Secult.

O espetáculo participa do Festival Sergipano de Artes Cênicas na categoria de “mostra paralela”, que é uma vitrine, cujo objetivo é de mostrar o que está sendo desenvolvido pelas escolas de teatro e grupos iniciantes, como forma de compor o seu portfólio artístico. “O alunos do Imbuaça sempre montam um trabalho na conclusão do curso desde 2014. É importante que fique claro que a mostra não concorre ao edital de seleção, já que o mesmo tem como público-alvo grupos que já são profissionais”, explicou Lindolfo.

Sobre o espetáculo

Henrik Ibsen (1828-1906), dramaturgo norueguês, é considerado um dos principais autores do chamado drama realista moderno. Um Inimigo do Povo (1882) retrata o conflito existente entre o individual e o coletivo, mostrando de que forma a população de uma pequena cidade-balneário da Noruega transforma o médico local de cidadão honrado em um inimigo do povo por conta de suas convicções a respeito da qualidade das águas que serviam os banhos públicos, fonte de riqueza para toda a cidade.

A poluição das águas é usada como metáfora no drama de Ibsen para denunciar a sujeira na estrutura social daquela cidade – no governo, na imprensa, no comércio e na sociedade em geral. A insistência do Dr. Stockmann em fazer prevalecer a verdade torna-o persona non grata para a população, sobretudo ao defender a ideia de que os valores daquela cidade estão sustentados sobre a mentira e de que o povo não tem a razão, ou seja, a maioria não tem o monopólio da verdade. Ele torna-se um inimigo do povo e conta apenas com o apoio de sua família e de alguns poucos membros da comunidade, que passam a sofrer represálias por conta disso.

Sobre o Festival

O IV Festival Sergipano de Artes Cênicas é uma realização do Governo de Sergipe através da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), que reúne apresentações diversas em mais de um mês de atividade. Todas as atividades são gratuitas, viabilizadas pelo Fundo de Desenvolvimento Cultural e Artístico (Funcart) e aprovado pelo Conselho Estadual de Cultura, e contam com o apoio da Impacto Comunicação Digital, Fundação Aperipê e Bipolar Operações Artísticas. A programação completa e mais informações podem ser acompanhadas pelo site www.cultura.se.gov.br e pelas redes sociais da Secult.

Texto e imagens reproduzidos do site: cultura.se.gov.br

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Exposição contrasta passado e presente dos Xokós

Fotos de Jairo Andrade foram feitas em 1981
Foto: Portal Infonet

Publicado originalmente no site da Infonet, em 19/04/2018

Exposição contrasta passado e presente dos Xokós

Trabalho é em alusão ao Dia do Índio, neste 19 de abril

Celebrando o dia do Índio, o Centro Cultural de Aracaju está com exposição fotográfica sobre a tribo Xokó, da Ilha de São Pedro em Porto da Folha. Um ensaio fotográfico feito em 1981 foi repaginado em 2018 e contrasta as duas épocas. Muita coisa mudou na vida dos índios sergipanos, mas a tradição continua viva.

Confira a matéria completa no vídeo:


Texto, foto e vídeo reproduzidos dos sites: infonet.com.br e youtube,com

Fecomércio celebra 70 anos com livro

 Livro conta a história do comércio em SE

 Mônica Pinto é a autora do livro

Laércio Oliveira, presidente da Fecomércio
Fotos: divulgação

Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 19/04/2018 

Fecomércio celebra 70 anos com livro

Solenidade ocorreu no Hotel Sesc Atalaia

A Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Estado de Sergipe (Fecomércio) celebrou 70 anos de atividades nesta quinta-feira, 19, com o lançamento do livro 'Comércio em Sergipe: História e Histórias', de autoria da jornalista Mônica Pinto. A solenidade realizada no Hotel SESC Atalaia, inaugurado recentemente, destacou as ações do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac de Sergipe em prol dos comerciários e da população em geral.

O presidente da Fecomércio, Laércio Oliveira, ressalta que a entidade possui a tradição de aproximar os empresários de Sergipe das entidades de classe. “A gente motiva os empresários para que se unam através de uma entidade de classe, algo que representa o grande desafio da história do sindicalismo patronal brasileiro. Então, os sindicatos das mais diversas categorias dentro do setor terciário representam a Fecomércio. Hoje, 12 sindicatos representam a força da nossa entidade”, conta.

O lançamento do livro, conforme Laércio Oliveira, é uma grande marco na história da Fecomércio, principalmente porque registra para diversas gerações a história do comércio em Sergipe. ““Ter o privilégio de escrever a história do comércio para consolidar e definitivamente perpetuar para gerações vindouras é muito interessante. Quem folhear o livro vai entender como tudo se formou e viajar pelas experiência de tantos comerciantes importantes em nosso estado”, comenta.

Para escrever o livro, a jornalista Mônica Pinto, se baseou em artigos, teses e dissertações de diversos autores, a exemplo da professora Maria Nely, do historiador Luiz Antônio Barreto, do professor Jorge Carvalho e do escritor Murilo Melins. “Eu brinco que fiz uma grande colcha de retalhos. Peguei pedaços que falam do comércio em textos de fontes confiáveis e fiz uma costura. Também procurei fazer uma intersecção do tema com comportamento e sociedade, pois o comércio está entranhado na vida social”, descreve.

Livro

A obra trará um levantamento histórico e biográfico do comércio sergipano, desde seu surgimento e crescimento ao longo do século XX, chegando aos dias atuais. O livro contou com a participação de empresários pioneiros das atividades de Comércio e Serviços, com histórias narradas pelos protagonistas que viveram os dias de crescimento do comércio sergipano. A partir desta sexta-feira, dia 20, a obra estará disponível na versão PDF no site da Fecomércio.

Fecomércio

A Fecomércio Sergipe foi criada em 1948 por empresários de Sergipe, sob a liderança de José Ramos de Moraes. A história da Fecomércio em Sergipe é marcada por grandes realizações, como a construção de dois conjuntos habitacionais para os comerciários, erguidos com recursos próprios oriundos da contribuição sindical empresarial. Os conjuntos Jessé Pinto Freire e José Ramos de Moraes. Os conjuntos foram um marco na história de Aracaju nos anos 70, pois foram os primeiros e únicos núcleos habitacionais levantados sem recursos do poder público que serviram para moradia popular. Laércio Oliveira, presidente da federação, lembrou o quanto o sistema tem trabalhado para fomentar o desenvolvimento no estado.

A Fecomércio Sergipe atua em todos os 75 municípios do estado por meio de suas unidades móveis de saúde e educacionais do Sesc, bem como através das unidades móveis do Senac, que levam cursos profissionalizantes desenvolvidos com excelência para as pessoas de todos os estados, indo além de suas instalações físicas, sempre seguindo com o objetivo de formar profissionais. O Sistema está instalado nas cidades de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, Indiaroba, Itabaiana, Lagarto, Tobias Barreto, Nossa Senhora da Glória, e está com novas unidades físicas em vias de implementação nas cidades de São Cristóvão e Propriá, preenchendo todas as microrregiões de Sergipe com unidades físicas.

Texto e imagens reproduzidos do site: infonet.com.br

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Gumersindo Bessa vive dias de reconhecimento em Sergipe

Rafael Sousa, autor “Gumersindo Bessa: Um Talento Polimorfo”

Trecho extraído de publicação originalmente publicada no site JLPolítica/Coluna
Aparte, em 17 de abril de 2018

Gumersindo Bessa vive dias de reconhecimento em Sergipe

O jurista e político sergipano Gumersindo Bessa (1859/1913) foi, neste mês de abril, alvo de duas boas lembranças. Na primeira, os restos mortais dele foram retirados de um espaço insalubre num cemitério público e levado para uma urna no Poder Judiciário.

(...) O professor universitário Rafael Sousa lançou o livro “Gumersindo Bessa: Um Talento Polimorfo”, que tem 420 páginas e reúne vida e parte da obra desse jurista, como a primeira porção dos textos inéditos dele.

“Reuni isso após dois anos de pesquisa. É um material nunca antes coligido pelo Estado de Sergipe, apesar de duas Constituições terem determinado a sua reunião”, diz Rafael. Gumersindo Bessa nasceu em Estância e foi aluno de Tobias Barreto e colega de Fausto Cardoso.

Bessa tem uma biografia vistosa: foi promotor de Justiça, juiz, desembargador e primeiro presidente do TJ/SE, deputado estadual autor da primeira Constituição Estadual, deputado federal e, lógico, advogado. “Foi também precursor da constituição do Direito do Trabalho e da teoria do direito puro, autor do primeiro tratado de controle de constitucionalidade difuso do Brasil, além de seu nome ter dado origem à expressão “a beça””, informa Rafael. O que soa estranho é que o à beça não segue a grafia do Bessa.

Rafael Sousa é servidor efetivo do Poder Judiciário, ocupante do cargo em comissão de assessor de juiz, professor do curso de graduação e pós-graduação em Direito da Unit, da Estácio/Fase e da Faculdade Amadeus -Fama. Ele leciona as disciplinas Processo Civil, Direito Administrativo e Direito Tributário.

Trecho e imagem reproduzidos do site: jlpolitica.com.br/coluna-aparte

Livro resgata história do comércio de Sergipe...

Mônica Pinto: um trabalho marcado por 
aprendizados e alegrias

Publicado originalmente no site JLPolítica, em 18 de Abril de 2018

Livro resgata história do comércio de Sergipe e é lançado hoje nos 70 anos da Fecomércio

A jornalista Mônica Pinto, autora de “Comércio em Sergipe - História e Histórias”, livro que vai ser lançado na noite desta quinta-feira, 19, a pretexto da celebração dos 70 anos da Fecomércio, defende que essa publicação “consolida a importância desse setor produtivo na vida sergipana, inclusive relacionando-o a aspectos sociais e culturais”.

Mônica Pinto dedicou-se por cerca de um ano entre pesquisa e escrita na produção desse livro. “O aspecto mais desafiante foi, seguramente, a pesquisa”, diz a autora. Segundo ela, “Comércio em Sergipe - História e Histórias” subscreve a tese de que sem a atividade comercial o Estado de Sergipe certamente seria outro, menos pujante.

“Administrativamente, sem o interesse comercial, provavelmente a capital não tivesse sido transferida de São Cristóvão para Aracaju, o que, por si só, já resultaria em um cenário muito diferente do que acabou se concretizando”, diz Mônica.

“De imediato, se pode afirmar que a própria conformação geográfica de Sergipe seria diferente. Um dos trechos mais interessantes do livro, a meu ver, é o que mostra como cidades nasceram geradas por feiras. Um dos exemplos está já em seu nome - Feira Nova”, reforça.

O evento comemorativo do aniversário de 70 anos de fundação da Federação do Comércio do Estado de Sergipe - Fecomércio - acontece no Hotel Sesc Atalaia, a partir das 19h30. Veja a seguir a breve entrevista que Mônica Pinto concede à coluna Aparte.  

Aparte - Qual é o contributo que livro “Comércio em Sergipe - História e Histórias” presta à causa comercial do Estado de Sergipe?
Mônica Pinto - Primeiro, ele contribui como um relato histórico elaborado com critérios acadêmicos, obtendo as informações de fontes incontestes do ponto de vista da correção e do critério científico. Na prática, acredito que consolide a importância desse setor produtivo na vida sergipana, inclusive relacionando-o a aspectos sociais e culturais. A segunda parte, que traz as trajetórias de uma amostra de 25 empresários e empresárias, tem o viés de ilustrar, também, como empreender nesse segmento implica em transpor muitos desafios - embora, pelo que se depreende das entrevistas, também resulte em muitas realizações.

Aparte - Ele demandou quanto tempo entre pesquisa e escrita?
MP - Entre pesquisa e redação, foi quase um ano de trabalho. Uma das dificuldades foi encontrar fontes confiáveis, já que não havia trabalhos acadêmicos específicos sobre a história do comércio em Sergipe. A estratégia foi fazer recortes possíveis em artigos, livros e outras publicações que, em geral, abordavam o estado de forma mais ampla, mas traziam, em algum momento, informações relevantes sobre o setor comercial. O aspecto mais desafiante foi, seguramente, a pesquisa.

Aparte - A partir da sua pesquisa, é fácil chegar a uma conclusão de que Sergipe seria o que sem uma atividade comercial forte?
MP - De imediato, se pode afirmar que a própria conformação geográfica de Sergipe seria diferente. Um dos trechos mais interessantes do livro, a meu ver, é o que mostra como cidades nasceram geradas por feiras. Um dos exemplos está já em seu nome - Feira Nova. Administrativamente, sem o interesse comercial, provavelmente a capital não tivesse sido transferida de São Cristóvão para Aracaju, o que, por si só, já resultaria em um cenário muito diferente do que acabou se concretizando.

Aparte - “Comércio em Sergipe - História e Histórias” conta uma história paralela, ou ela é a principal, dos 70 anos da Fecomércio?
MP - O cerne do livro é, de fato, a história do comércio em Sergipe, uma proposta que me foi apresentada pelo presidente da Fecomércio Sergipe, Laércio Oliveira, com quem trabalho há quase 20 anos. Naturalmente que, ao ensejo dos 70 anos da Federação, sua importância e parte das ações que empreendeu e empreende foram contextualizadas. Mas isso se deu no fim do livro, justamente para que a obra não soasse institucional.

Aparte - Há suspeição em o livro tratar a gestão do presidente Laércio Oliveira como mais resolutiva do que as anteriores?
MP - Na verdade, grande parcela desse enfoque à Fecomércio Sergipe é também um levantamento histórico de sua origem e, como disse, dos muitos atendimentos feitos pelo Sistema, aí incluídos o Sesc e o Senac. O que se mostrou da administração do presidente Laércio - nem por um momento exposta como mais eficiente do que as anteriores - foram algumas marcas de sua gestão, a exemplo da completa reforma da Pousada do Comerciário, hoje Hotel Sesc Atalaia.

Aparte - Causou-lhe prazer ou foi um exercício meramente burocrático escrevê-lo?
MP - Eu diria que foi não só um prazer, como uma dádiva. Meu cabedal de conhecimento sobre Sergipe, a economia sergipana e o comércio em particular, teve uma expansão que muito me alegra. Comentei várias vezes que, principalmente no decorrer das entrevistas com os empresários e empresárias, era como se estivesse fazendo um curso básico de Administração de Empresas. Pude conferir os meandros de uma atividade que envolve talentos não só no âmbito da gestão, mas no trato com as pessoas, clientes e funcionários. Necessário ainda atuar de modo a se defender do massacre que o poder público quase sempre promove, pela carga tributária e por uma absoluta falta de incentivos ao empreendedorismo. Em resumo, o livro demandou vários processos trabalhosos, óbvio, mas também permeados por alegrias, aprendizados, gentilezas - enfim, coisas boas de que o mundo tanto precisa.

Texto e imagem reproduzidos do site: jlpolitica.com.br

A Bandinha comanda 'Quinta Instrumental'

A atração se apresenta no Centro Cultural de Aracaju,
 às 20h, com entrada franca. (Foto: Divulgação)

Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 18/04/2018 

A Bandinha comanda 'Quinta Instrumental'

A atração se apresenta no Centro Cultural de Aracaju, às 20h

Com a proposta de ocupar o Centro Histórico da capital sergipana com as diversas linguagens das artes, o projeto Quinta Instrumental - realizado pela Prefeitura Municipal de Aracaju, através da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju) - traz nesta quinta-feira, 19, o grupo sergipano ‘A Bandinha’. A atração se apresenta no Centro Cultural de Aracaju, às 20h, com entrada franca.

Segundo o diretor de Arte e Cultura, Nino Karvan, o projeto oferece aos aracajuanos e turistas uma nova opção de entretenimento com qualidade e também fortalece o cenário musical instrumental na capital sergipana. “O Quinta Instrumental permite que a população curta a música instrumental em um local público, de fácil acesso e de forma gratuita. Além, é lógico, de dar a oportunidade aos instrumentistas de apresentar sua arte em um teatro com toda estrutura. Estamos caminhando para a segunda apresentação desta temporada e estreamos semana passada com o teatro lotado e prometemos repetir a dose nesta quinta”, ressalta.

Para o instrumentista e integrante do grupo, Felipe Freitas, tocar no Quinta Instrumental é uma forma de evidenciar a música instrumental. “Criar um projeto voltado a música instrumental é gratificante tanto para o instrumentista como para o público que terá a chance de assistir um espetáculo diferenciado que pode ser absorvido por todos. Além de mostrar o trabalho produzido pelo músico em Sergipe. Aproveito para parabenizar a Funcaju pela iniciativa e que este seja o primeiro de vários projetos voltados para os instrumentistas”.

Quinta Instrumental

Desenvolvido através do planejamento estratégico realizado pela Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), o Quinta Instrumental nasceu com o propósito de ocupar o Centro Histórico da capital sergipana com as diversas linguagens das artes.

O projeto tornou-se, num curto espaço de tempo, num atrativo na agenda cultural, oferecendo aos aracajuanos e turistas uma música de qualidade e totalmente gratuita. O evento sempre acontece nas quintas-feiras, exceto nos feriados, no Centro Cultural de Aracaju (antiga Alfândega), localizado na praça General Valadão, no Centro da capital, às 20h.

A Bandinha

A Bandinha é um jovem grupo instrumental que atua no cenário musical. Com a proposta de realizar apresentações através de shows temáticos, o grupo aborda a música popular em seu repertório, com ênfase no gênero musical genuinamente brasileiro, o choro. A iniciativa surgiu em 2015, através de músicos que se reuniram para apresentar um projeto musical com arranjos originais de Pixinguinha, fruto do brilhante trabalho de edição e comercialização do Instituto Moreira Salles.

Em sua primeira aparição, no teatro Atheneu, em Aracaju, A Bandinha empolgou o público ao apresentar em parceria com o grupo Brasileiríssimo e o cantor Nino Karvan, parte do álbum O Carnaval de Pixinguinha. O grupo é composto por: Érica Rodrigues na flauta; Felipe Freitas no clarinete; Éder Filipe no trombone; José Fontes na tuba; Gentil Leite no primeiro trompete; Clistenes André no segundo trompete; Ismark Nascimento e Sidiclei Santana na percussão. Tal formação remete ao tradicional grupo instrumental encontrado nos discos de Pixinguinha: O Carnaval da Velha Guarda e Assim é que é.

fonte: PMA

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br